Quem é Katheryna de Mnemosynor?

Ilustração em estilo RPG de uma escriba aventureira de pele clara, cabelos castanhos e olhos verdes, segurando um pergaminho e um pincel. Ela veste um vestido escuro com corpete marrom e carrega uma bolsa de couro com pergaminhos, pincéis e frascos de tinta. O fundo é verde-claro liso.

Olá, caros amigos!

Lady Katheryna, Dama dos Caminhos, herdeira das terras de Mnemosynor… vocês podem ter me conhecido por alguns desses nomes, mas gostaria de me apresentar propriamente por aqui. Sou a terceira filha do Senhor de Mnemosynor, alma livre que nasceu em um domingo quente e marcante. A astrologia tradicional diz que cada dia da semana é governado por um astro. O domingo é regido pelo Sol, o que costuma levar a uma energia radiante, entusiasmo pela vida e inclinação para a expressão pessoal. Essa sou eu. Amo admirar as coisas lindas e fazer as pessoas enxergarem beleza no que já estava diante delas.

É por isso que de tempos em tempos saio do conforto do meu lar, percorrendo Sgolbertne e registrando aquilo que os outros consideram pequeno demais para virar lenda: uma árvore plantada na praça de um vilarejo, um castelo abandonado, uma receita passada entre gerações ou até uma cidade que poucos visitam.

Adoro escrever minhas cartas oficiais com a estrutura de cartas clássicas: salutatio, captatio benevolentiae, narratio, petitio, conclusio, datatio + selo de cera. Me chamem de velha, mas adoro compor cartas com uma dose de formalidade. A carta de ontem foi um exemplo disto.

Um fato bem importante sobre mim: amo papoulas. Seu significado, sua beleza, sua estética. Amo que é a planta símbolo de onde nasci e cresci, o vermelho nos campos sempre me deu sensação de estar em casa.

Paisagem de campo coberto por papoulas vermelhas em primeiro plano, com colinas verdes ao fundo e uma casa de campo cercada por ciprestes no alto de uma colina. O céu azul e a luz do dia destacam as cores vibrantes da vegetação.

Mnemosynor, minha Propriedade, fica no extremo do Reino de Sgolbertne, perto das fronteiras. O lar das papoulas. O nome das terras veio em homenagem à titã Mnemósine, que era considerada uma divindade de importância positiva na mitologia. Ela personifica a memória e a lembrança, foi a inventora da linguagem e das palavras, ferramentas essenciais para que os humanos pudessem se comunicar, entender uns aos outros e registrar a história. Uma homenagem que faz muito sentido com nosso povo, que é saudosista do conhecimento e histórias.

Uma das lembranças boas que tenho da minha infância foram os brindes em salões de festa da nossa propriedade, quando todos entoavam e exaltavam nosso lema: “Enquanto houver tinta, haverá memória!“. Essa frase me acompanhou a vida inteira e também se tornou meu lema e propósito de vida. Não nego minhas raízes.

Meu sonho é que viajantes contem que, quando encontram uma mulher de capa com bordados de papoula anotando algo em um velho caderno à luz da lareira, se sentem seguros. Porque sabem que onde eu estou… a história continuará sendo escrita.

Espero poder conhecer mais de vocês também, queridos amigos & aventureiros.

Saudações carinhosas,

Selo de cera vermelha em formato circular com uma letra "M" dourada em destaque e uma papoula estilizada à esquerda. O relevo dourado contrasta com o fundo vermelho, remetendo a um selo medieval de autoria ou identidade.

Lady Katheryna de Mnemosynor
Exploradora na Jornada de Herói

Banner em estilo pergaminho anunciando a campanha "Os Guardiões da Blogosfera". Ao centro, o título da campanha; à direita, o texto "BEDA 2026" e "entreblogs.com.br", acompanhado de penas de escrever em um tinteiro. As bordas são decoradas com papéis envelhecidos e manuscritos, reforçando a temática literária e medieval.

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